O teu carrinho (0)
O teu carrinho está vazio
Impostos incluídos no preço
Menu lateral
Impostos incluídos no preço
O que acontece durante as primeiras semanas, o que é normal, que erros evitar e como cuidar do couro cabeludo em casa.
"O trabalho no bloco operatório termina quando se levanta da maca. O que acontece em casa nas semanas seguintes é igualmente importante — e depende de si."
Compreender o processo é o que evita alarmes desnecessários. Cada etapa tem as suas próprias características — e as suas próprias dúvidas frequentes.
O couro cabeludo apresenta vermelhidão, crostas e sensibilidade ao toque. A zona transplantada não deve ser tocada nem manipulada. É habitual sentir comichão e sensação de tensão. FOLIC pode ser utilizado desde a primeira lavagem após o transplante capilar.
O objetivo é manter a zona limpa sem gerar fricção adicional. Durante as primeiras lavagens, siga a técnica indicada no seu protocolo de cuidados.
O momento e a técnica de remoção das crostas dependem do protocolo de cuidados de cada procedimento. Não force as crostas que permaneçam aderentes nem aumente a pressão por iniciativa própria.
O cabelo transplantado cai. É normal e esperado. O folículo permanece intacto sob a pele e retoma a sua atividade a partir do mês 3–4. Não significa que o transplante tenha falhado.
Os primeiros cabelos novos surgem de forma progressiva. Podem ser mais finos ou ter uma textura diferente no início — é totalmente normal. O couro cabeludo pode continuar mais sensível do que o habitual, e é possível notar até uma certa sensação de rigidez. Também faz parte do processo.
A densidade aumenta gradualmente. O resultado é claramente percetível entre os meses 9 e 12, embora nem todas as zonas evoluam da mesma forma: a zona frontal e o terço médio costumam adiantar-se, enquanto a coroa pode demorar até 12–14 meses a mostrar o seu resultado definitivo.
Por volta do mês 9 é possível sentir uma queda importante de cabelo — é o ciclo de vida do cabelo a concluir a sua primeira fase. Não há motivo para preocupação: volta a crescer. Em alguns casos a melhoria continua até aos 18 meses. Os prazos são sempre indicativos.
Os incómodos das primeiras semanas fazem parte do processo. Saber identificá-los evita alarmes desnecessários — e ajuda a perceber quando é realmente necessário consultar a clínica.
Sinal de que a pele está a cicatrizar.
Surge durante as primeiras semanas e costuma melhorar progressivamente. Não coçar — pode prolongar a irritação. A lavagem correta com o produto adequado ajuda a reduzi-la.
Resposta inflamatória natural ao procedimento.
Mais intensa na primeira semana. Em peles sensíveis ou claras pode persistir várias semanas. Proteger do sol e evitar ingredientes irritantes ajuda a que diminua mais depressa.
O couro cabeludo está a reparar tecido.
A sensação de tensão é frequente durante as primeiras semanas. Costuma diminuir progressivamente à medida que a pele recupera.
Contacte a sua clínica se surgir algum destes sinais:
São as perguntas que mais surgem nas semanas seguintes ao transplante. Os prazos são indicativos — prevalece sempre a indicação da sua clínica.
Durante os primeiros meses convém evitar a exposição direta ao sol sobre a zona transplantada. A radiação solar pode aumentar a inflamação, prolongar a vermelhidão e até alterar a coloração do couro cabeludo ou micropigmentar as feridas do transplante.
O boné transpirável é a melhor proteção. Normalmente não se recomenda protetor solar no couro cabeludo — alguns produtos contêm gorduras e substâncias pesadas que podem provocar borbulhas.
O exercício intenso aumenta a transpiração, eleva o fluxo sanguíneo e pode gerar fricção na zona. Como orientação geral:
São os que exigem mais tempo de espera. O cloro da piscina e o sal do mar podem irritar o couro cabeludo sensível durante as primeiras semanas.
Consulte sempre a sua clínica antes de retomar estas atividades. Cada protocolo é diferente e os prazos podem variar consoante o caso. Quando voltar a tomar banho, enxague bem o couro cabeludo depois.
O boné transpirável é obrigatório para proteção solar assim que as crostas forem retiradas após a primeira lavagem.
Os capacetes de mota ou bicicleta geram pressão e fricção direta sobre o couro cabeludo. Espere que as crostas tenham caído completamente e consulte a sua clínica antes de os usar.
Quando o cabelo transplantado cai nas semanas 2–6, muitas pessoas assumem que "já não faz sentido cuidar dele". A queda é temporária. O folículo permanece — e o couro cabeludo continua a precisar de cuidados.
Quando as crostas desaparecem e o couro cabeludo "parece recuperado", muitas pessoas voltam ao seu champô de sempre. O couro cabeludo pode manter-se sensível durante meses mesmo sem sintomas visíveis.
A comichão é um sinal normal de cicatrização. Coçar pode prolongar a irritação e introduzir bactérias numa zona que está em processo de cicatrização. A lavagem correta é a resposta mais eficaz.
A radiação solar pode intensificar a inflamação, prolongar a vermelhidão e até micropigmentar as feridas do transplante. Boné transpirável sempre que se sai ao exterior.
A transpiração excessiva e o aumento do fluxo sanguíneo podem afetar a zona nos primeiros dias. A retoma deve ser progressiva e sempre de acordo com a indicação da clínica. Evite os desportos de contacto durante o primeiro mês.
O tabaco reduz o fluxo sanguíneo e pode interferir no processo de cicatrização. Recomenda-se evitá-lo durante os primeiros 10 dias após o transplante.
Na realidade, o couro cabeludo pode manter-se sensível durante meses. E o cabelo transplantado continua a ser cabelo transplantado — permanentemente. Os cuidados não têm data de validade.
A maioria dos incómodos após o transplante são normais e não requerem consulta. Mas há sinais que merecem atenção médica. Contacte a sua clínica se surgir:
O mais importante, num relance.
O champô é o produto que usa todos os dias. Num couro cabeludo que pode manter-se sensível durante meses, a formulação é importante. Um champô "suave" ou "sem sulfatos" não equivale a um champô adequado para esta situação.
O couro cabeludo tem um pH natural ligeiramente ácido. Um champô convencional pode ter um pH mais alto e alterar esse equilíbrio, aumentando a sensibilidade. Um pH ~5,5 respeita o equilíbrio natural.
Os sulfatos (SLS, SLES) eliminam o sebo natural e alteram a barreira cutânea. Um couro cabeludo já sensibilizado reage pior a estes ingredientes e pode entrar num ciclo de irritação contínua.
Álcoois agressivos, fragrâncias sintéticas intensas e silicones pesados podem manter o couro cabeludo reativo. A formulação completa é importante — não apenas a ausência de sulfatos.
Se há um produto que vai utilizar praticamente todos os dias durante os próximos meses, é o champô. Por isso vale a pena escolhê-lo com critério.
O champô FOLIC cumpre os três critérios. Está formulado para o cuidado habitual do couro cabeludo sensível — não só para os primeiros dias, mas como parte da rotina permanente do cabelo transplantado. Recomendado por médicos e clínicas capilares especializadas.
Guias, respostas a dúvidas frequentes e conteúdo clínico sobre os cuidados com o couro cabeludo e o cabelo transplantado. Siga-nos para não perder os próximos guias.
Seguir @folic.lab →